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Pura Verdade Sobre o Natal
Pr Jaime Teixeira    [email]   ( Brazil ) 2010-03-16     Ver : 87     Votar : 21
IMPORTANTE:
LEIA ATENTAMENTE, NÃO TIRE CONCLUSÕES ANTES DE LER TODO O TEXTO E CONFRONTÁ-LO COM A BÍBLIA SAGRADA. DEUS TEM MUITO PARA LHE FALAR ATRAVÉS DESSAS FRASES.

- PURA VERDADE SOBRE O NATAL

De onde veio o costume de celebrar o Natal? Da Bíblia ou do paganismo? Eis aqui verdade surpreendente que o alarmará! Faça um teste. Que sabe o leitor sobre a origem do Natal, do “Papai Noel”, da coroa de azevinho, da acha de Natal, e do costume de trocar presentes?

Era noite de Natal, as crianças com ajudas dois pais, tinham feito o presépio, armado de árvore de Natal. Colocando os sapatinhos na janela e dormindo cedo ansiosos pela chegada de Papai Noel (Portugal conhecido Pai Natal) carregado de presentes. Ao amanhecer do dia 25 de Dezembro deparava-se com embrulhos, brinquedos e doces pendurados na árvore de Natal, toda iluminada por lâmpadas pisca-piscas e decorada com enfeites cintilantes. Os pais asseguravam-lhes que tudo aquilo fora trazido por Papai Noel durante a noite enquanto dormiam.
Acaso as crianças duvidavam do que os pais lhe diziam? Claro que não! Aceitavam-no como verdade. E ao leitor, não lhe aconteceu o mesmo?
Pare e pense por um momento!
Muitos, nunca se detêm para pensar no POR QUE acreditam no que acreditam, no POR QUE seguem determinados costumes ou de onde eles procedem. Todos nascem de um mundo cheio de costumes: crescemos acostumados a aceita-los sem discussão. Por quê? Instinto de ovelha?
Bem mais do que isso. Por natureza temos a tendência de fazer o mesmo que os outros, ainda que estejam errados. As ovelhas seguem em direção ao matadouro, confiantemente, porém, os seres humanos têm a obrigação de examinar o caminho que seguem.

- Como / Quando surgiu o Natal pela primeira vez?
Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro?
Será que os primeiros apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente, celebraram o aniversário do menino Jesus em 25 de dezembro? Será que alguma vez o celebram em qualquer outro dia?
Se o Natal é uma das maiores festas cristãs, por que será que todos os pagãos o celebram também? Você sabe. Por que nessa época se troca tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Se for por causa dos reis magos que trouxeram e ofertou presentes ao menino Jesus, a resposta poderá surpreender.
A maioria das pessoas “supõe” muitas coisas sobre o Natal que não são verdade
Vamos agora parar de fazer suposições e conhecer os fatos!

A palavra “Natal” tem haver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que se geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Esta festa teve origem na Igreja Católica Romana e daí se expandiu ao protestantismo e ao resto do mundo.
E então, de onde tirou a Igreja Católica Romana? Não saiu do Novo Testamento – Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos instruídos por Cristo – todavia, sabe-se que lentamente foi absorvida do paganismo pela Igreja Católica Romana a partir do quarto século.
Desde que a celebração do Natal foi introduzida ao mundo pela Igreja Católica Romana, e ela é a única autoridade que aprova, vejamos o que diz a Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título “Natal”.
Também nas mesmas enciclopédias, sob o temo “Dia do Natal”, encontramos que Origens, um dos patriarcas católicos, reconheceram a seguinte verdade: “... Não há registros nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (Faraó e Herodes), que se rejubilam grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.”.
A Enciclopédia Britânica edição 1946, afirma: “O Natal não era contado nas primeiras festas da igreja...” “Não foi instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde do paganismo.”.
A Enciclopédia Americana, edição 1944 declara:
“O Natal... não foi, de acordo com muitas autoridades no assunto, celebrado nos primeiros séculos da Igreja cristã, porque o costume cristão, em geral era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. A “comunhão”, instituída por autoridade bíblica do Novo Testamento, é o memorial desse acontecimento (isto é, o nascimento de Cristo) no século IV. No século V, a Igreja Ocidental deu origem, para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do sol, porque não se conhecia ao certo ao dia do nascimento Cristo.”
Agora veja! Estas reconhecidas autoridades históricas mostram que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era – um período maior do que a história intera do Brasil como uma República independente! Foi absorvida na Igreja Ocidental, ou Romana, durante o século IV da era cristã. Senão a partir do século V que a Igreja Romana ordenou que se comemorasse oficialmente como uma festividade cristã!
Jesus não nasceu em 25 de dezembro? Jesus nem se quer nasceu na estação do inverno!
Quando Jesus nasceu, “Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho.” (Lucas 2:8).
Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam o rebanho das montanhas e dos campos e colocavam-nos curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.
Veja que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e em Esdras 10:9-13, de que o inverno era estação chuvosa, não permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a noite.
“Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhe-las ao começo das primeiras chuvas”, afirma Adam Clark no seu Comentar, (vol. 5 pág. 370, edição de New York).
A seguir esta mesma autoridade declara: “Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite durante todo o tempo que permaneciam fora...” as primeiras chuvas começavam no principio do mês de “Marchesvan”, que corresponde parte dos meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em outubro), descobrimos que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre durante todo o verão. E como os pastores não havia ainda recolhido seus rebanhos, é um argumento provável que outubro não havia ainda nem começado, e que, conseqüentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo; nem mesmo poderia ter nascido depois do mês de setembro, já que os rebanhos estavam ainda no campo durante a noite, apenas uma ocorrência cronológica... Vejam as citações dos “Talmudistas em Lightfood.”.
“Qualquer enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia católica francamente testifica este fato.”
A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida conforme todas as autoridades no assunto afirmam, muito embora se eu tivesse espaço disponível neste artigo, mostrar-lhe-ia passagens nas escrituras que, fortemente indicam que foi no começo do outono – provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.
Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. Como este assunto pagão foi absorvido pela Igreja? Como surgiu no mundo ocidental este costume pagão?
A New Schff-herzog Encyclopedia of. Religioso Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o “Natal.”.
Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da bromaria pagã (25 de dezembro), que se seguia a Saturnal ia (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”... As festividades pagãs, Satunália Bromaria estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradava tanto que os cristãos viram com agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do ocidente e do Oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.
Lembre-se que o mundo romano era pagão. Antes do século IV, cristão eram poucos em números, embora aumentassem, eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a chegada de Constantino, como imperador, que no século IV fez profissão pública de fé cristã, colocando o cristianismo ou mesmo nível do paganismo, o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sidos criados em costumes pagãos, dentre ais quais 25 de dezembro eram a maior das festividades idólatras. Era uma festa alegres com seu espírito especial. Todos se divertiam! Não queriam renunciá-la!
Este mesmo artigo de enciclopédia SHAFF-HERZOG de reconhecimentos religiosos, explica como a aprovação dado por Constantino do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão se identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus.
E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental!
Não importa que usemos outro nome, continua sendo a mesma a valha festividade pagã de adoração ao Sol. “A única coisa que mudou foi o nome” chame um coelho de leão se quiser, porém continuará sendo coelho.
E da Enciclopédia Britânica: “A partir do ano 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram do dia do nascimento de seis de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa mitraísta... ou nascimento do Sol invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data 06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto.”.

- A verdadeira origem do Natal

Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu o paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?
O Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome da Babilônia. Seu inicio e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode. É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio!
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de “Murad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.
Sabe-se de bastante muitos documentos antigos que falam neste individuo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que se casou com sua mãe, cujo nome Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”!
Por meio de suas artimanhas e astúcias, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso messias, filho de Baal: do deus Sol. Nesse falso sistema Babilônico, “a mãe e a criança” ou a ‘Virgem e o menino (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalharam-se pelo o mundo a fora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamavam-se Isis e Osíris, na Ásia Cybele e Dedes na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, china, Japão e Tibet. encontram-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
Portanto durante os séculos quarto ou quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo “cristianismo popular” levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da “virgem e o menino” (Maria após o nascimento de Jesus, manteve relações intimas com seu marido segundo as escrituras – Mateus 1:24-25 – “E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do senhor lhe ordenava, e recebeu sua mulher; e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS.” Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satânica pagã) especialmente na época do Natal. Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema “Noite Feliz”, repetem ano após anos esse tema popular da “virgem e o menino.”.
Nós que nascemos num mundo cheio de costumes babilônicos, criados e mergulhados nessas coisas toda nossa vida, fomos ensinados a reverenciar essas coisas como sendo santas e sagradas, nunca investigamos para ver de onde se vieram da Bíblia, ou da idolatria gentílica.
Causa-nos um choque conhecer a verdade – alguns infelizmente ficam ofendidos diante da pura verdade, porém Deus ordena aos seus fieis ministros em Isaias 58:1 “Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão”. A verdadeira origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. É hora de sair da apostasia e sair de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O Natal (25 de dezembro) é uma mentira – João 8:13-16- “Disseram-lhe, pois, os fariseus: tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro.
Respondeu-lhes Jesus: Ainda que eu dê testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro; porque sei donde vim, e para onde vou; mas vos não sabeis donde venho, nem para onde vou. Julgais-vos segundo a carne; eu a ninguém julgo. “E mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro; porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou.” João 8:30-32 – “Falando ele estas coisas, muitos creram nele. Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós permanecer na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:40-47- “Mas agora procurais matar-me, a mim que vos falei à verdade que Deus ouvi; isso Abraão não fez. Vós fazeis as obras de vosso pai. Replicaram-lhe eles: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, vós me amareis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Por que não compreendeis a minha linguagem? É porque não podeis ouvir a minha palavra.
Vós tende por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o principio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas porque eu digo a verdade, não me credes?
“Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não sois de Deus.”.
No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascerá em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, não Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, toda via somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (IÇO. 11:24-26; Jô. 13:14-17). Portanto os antigos “Mistérios Caldeus” idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, tem sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência cristã.


- Papai Noel.




Alguém dirá: Certamente que o velinho tão querido, “Papai Noel”, não é uma criação pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo quantos muitos pensam!
O nome “Papai Noel” é um corruptela do nome “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. Leio na Enciclopédia Britânica, vol. 19 página 648-649, 11ª edição inglesa, o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro... A lenda da sua dádiva oferecia as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido...” diz ser originado o costume de se dar presentes às escondidas no dia de São Nicolau (seis de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo substituir Papai do Céu.
Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira. Então na época de Natal. Contam-lhes esta tamanha mentira do Papai Noel! Será demais pensar então que muitos deles ao crescerem e conheceram a verdade, comecem acreditar também que Deus é um mito?
Um rapazinho, sentindo-se triste e desiludido sobre a verdade do Papai Noel, comentou com seu companheirinho: “Eles vão ver. Vou investigar também essa história de Jesus Cristo”. É um ato cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus declara: “Não dirás falso testemunhos contra o teu próximo.” (Êxodo 20:16). Pode ser que pareça certo, e que seja justificável pela razão humana, Porém Deus acrescenta: “Há um caminho que ao o homem parece direito, mas o fim dele conduz a morte” (Provérbios 14:12).
O ‘velinho’ de barba branca é sempre alguém que se disfarça para parecer bom Zinho! Satanás também se mostra como “anjo da luz” para enganar! (veja II Co. 11:14; Apo. 12:9) Haverá uma conexão?!
E assim, quando examinamos os fatos, ficamos surpreendidos grandemente ao saber que a prática da observância do Natal não é afinal, uma prática cristã verdadeira, porém um costume pagão – um dos caminhos da Babilônia que o mundo continua seguindo!


- A árvore de Natal e a coroa de azevinho

O que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia nada diz para comemorarmos o Natal, nem mesmo registra tal observância da parte dos apóstolos ou da verdadeira Igreja Primitiva ela tem algo a dizer sobre a árvore de Natal! Isto será uma surpresa real para muitos, mas aqui está.
Jeremias 10:2-4 – “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis como os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidades; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firma, para que não se mova.”.
Deus nos ordena não imitar esse caminho e nem segui-lo! Certas pessoas se enganam ao pensar que isso significa que não faz mal ter uma árvore de Natal. Com ela nos associamos á festividade gentílica. As idéias referentes à árvore sagradas são muito antigas. Uma antiga fábula babilônica falava de um pinheirinho que nasceu um tronco morto. O velho tronco simboliza Ninrode morto e no novo pinheirinho que Ninrode tinha vindo viver novamente em Tamuz! Entre druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Satunália (Walsh Curiosities of. popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se apaixonava do seu Abeto Sagrado. Sabemos que as pessoas, na sua maioria, não adoram árvores, contudo vemos claramente que adquiriram a idéia gentílica por ignorância.





Outros costumes pagãos, além dos costumes tradicionais de Natal que observamos, sem percebemos, importamos outros mais que, por serem de origem pagã, são logos colocados com entusiasmo como: “a coroa de azevinho” às vezes conhecida por “cora de Natal”, o qual se enfeita a porta de muitos lares “cristãos” e o madeiro que se queima em lareira durante o Natal, às vezes chamados de “acha de Natal” são relíquias de eras pré-cristãs (isto é, pagãs). Segundo a Enciclopédia Americana.
Frederik J. Haskins no seu livro Answers to Questions (Respostas a indagações), refere-se à cora e a árvore de Natal. As autoridades no assunto acreditam poder identificar o uso da coroa de azevinho com os “os costumes pagãos de decorar as residências, os edifícios e os lugares de culto religioso, na festa em que ocorria durante o tempo em que se comemora o Natal. A árvore de Natal vem do Egito, e sua origem data um período muito antes da era natalina”.
Até mesmo acender lenhas em fogueiras e velas como cerimônia cristã é meramente perpetuação de um costume pagão de estimular o deus-sol em declínio quando ele atinge o ponto mais baixo ao Sul da abobada celeste!


- Os presentes de Natal!





E troca de presentes, não será bíblica? O ponto culminante de toda esta observância natalina – a época de fazer compras de Natal – De compra e trocar presentes com familiares e amigos – muitos exclamarão em triunfo “Bem, pelo menos a Bíblia assim do nos diz para proceder! Não deram presentes aos Reis magos do Oriente quando Cristo nasceu?”.
Novamente encontraremos mais surpresas ao conhecermos a pura verdade. Antes, porém vamos examinar a origem histórica dos costumes de dar e receber presentes para depois ver o que a Bíblia nos diz a esse respeito.
Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155 citamos o seguinte: “A troca de presentes e amigos é característica tanto do Natal quanto da Satunália” e deve ter sido adotada do mundo pagão pelos cristãos, como plenamente mostra a admoestação de Tertuliano.
O fato é que este costume de trocar presentes de familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo, ainda que pareça estranho! Isto não comemora o nascimento de Cristo, nem honra o nascimento nem a pessoa Dele!
Suponha que sua mãe esteja fazendo aniversário, e por isso deseja honrá-la neste dia, vocês compraria presente para todos, trocaria presentes com um e com outro de seus amigos e familiares, e ignoraria qualquer presente para aquela que cujo nascimento deseja honrar? Bastante absurdo quando visto desta forma não é?
No entanto é precisamente isto que fazem as pessoas por todas as partes de mundo! Honra um dia no qual Cristo não nasceu, gastando todo dinheiro que conseguem juntar para comprar presentes, para trocar um com o outro.
De seus amigos e familiares. O mês de dezembro costuma ser o mês mais pobre para a OBRA DE CRISTO! Todos estão ocupados trocando presente entre si para lembrarem-se dele e sua obra, pelo que parece é que eles tem que se equilibrar pelas dívidas feitas por causa do Natal, assim, raramente retornam ao normal, no apoio de Cristo e sua obra, senão por volta do mês de março!
Agora considere o que a Bíblia diz a respeito das ofertas que os Reis magos deram quando Cristo. Está em Mateus2: 1-11 “Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do Rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam onde está aquele que é nascido do rei dos judeus? Pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo. O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém; e, resumindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntavam-lhe onde havia nascido o Cristo. Responderam-lhes eles: Em Belém da Judéia; pois assim esta escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar meu povo de Israel. Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão a cerca do tempo em que a estrela aparecera; e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participeis-mo, para que também eu vá e o adore.
Tendo eles, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinha visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria. Entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoram; e abrindo os seu tesouros, ofertaram-lhe dádiva: ouro incenso e mirra. “Dádiva oferecida a Cristo? Note, inquiriram pelo menino Jesus. Nascido rei dos judeus! Então por que lhe ofereceram dádiva? Por ser dia do seu aniversário? De maneira algum, pois chegaram muitos dia ou semanas depois da data de seu nascimento: seria para deixar-nos um exemplo, para trocarmos presentes uns com os outros? Não, note cuidadosamente! Eles deram as ofertas a Cristo, não para os amigos e parentes deles, ou qualquer outro!
Por quê? Permita-me transcrever o que diz Adam Clark, em seu Adam Clark Comentar, vol. V pág. 46, verso. 11 (oferta-lhe dádivas).
“Os povos do Oriente nunca chegam à presença de reis ou de grande personagens sem um presente nas mãos.”
O costume e freqüentemente encontrado no Velho Testamento, e esta em vigor no Oriente, inclusive em algumas ilhas descobertas recentemente nos mares do Sul.
Eis o motivo! Os reis magos não estavam instituindo um novo sistema cristão de permuta de ofertas com os amigos para honrar o nascimento de Cristo! Agiam conforme o antigo costume Oriental de levar ofertais ao apresentar-se diante de um rei. Eles compareciam perante a presença do Rei dos judeus em pessoa. Portanto o costume ditavam que ofertassem alguma dádiva, da mesma que a Rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim como hoje muitos que visitam um Chefe de Estado levam consigo um presente. O costume de dar e receber presentes de Natal não tem nada haver com esse incidente registrado nas Escrituras, porém, de fato é a continuação de um antigo costume pagão. Em vez de honrar a Cristo, tal costume invariavelmente retarda a sua obra, freqüentemente dificultando-a cada ano na época de Natal.
Há um argumento utilizado com freqüência para justificar a observância do Natal. Muitos ainda insistem: “mesmo assim, muito embora o Natal fosse um costume pagão honrando a falsos deus-Sol, não mais se observa para honrar o falso deus, mas sim pra honrar a Cristo”. Porém, como responde Deus em sua palavra?
Deuteronômio 12: 1-2 - “São estes os estatutos e os preceitos que tereis cuidado em observar na terra que o Senhor Deus de vossos pais vos deu para possuirdes por todos os dias que viverdes sobre a terra. Certamente construireis todos os lugares em que as nações que haveis de subjugar serviram aos seus deuses, sobre as altas montanhas, sobre os outeiros, e de baixo de toda árvore frondosa;” Deuteronômio 12:30-32 - “Guarda-te para que não te enlaces para os seguintes, depois que elas forem destruídas diante de ti; e que não pergunte acerca dos seus deuses, dizendo: de que modo serviam estas nações os seus deuses, dizendo: De que modo serviam estas nações os deuses? Pois do mesmo modo também farei eu. Não farás assim para com o senhor teu Deus; porque todo o que é abominável ao Senhor, e que ele detesta, firam elas para com os deuses; pois até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos seus deuses. Tudo o que eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás”.
Deus afirma plenamente em seu livro de instruções para nós, que não vai aceitar esse tipo de culto, muito embora feito com a intenção de honrá-lo. Para ele você está usando o que é abominável, e assim honra não a Ele, mas aos falsos deuses pagãos.
“Jesus disse plenamente: Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o ordenem em espírito e em verdade.” (João 4:24). E o que é verdade? A Palavras de Deus – AS ESCRITURAS SAGRADAS – Deus não aceitará quando alguém usar de costume ou maneira pagã de culto para tentar honrar, com isso, a Cristo.
Ter uma árvore de Natal em casa é o mesmo que ter um imagem ou ídolo “santo”. Certamente você deve questionar! “Eu tenho, mas não adoro”. Mas Deus diz “NÃO TERÁS OUTRO DEUS ALÉM DE MIM.”.
Êxodo 20:1-6 - “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima do céu, nem em baixo da terra, nem nas águas de baixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visto a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares com dos que me amam e guardam os meus mandamento.”.
Em João 17:17 Jesus ora ao Pai para que fossemos santificados na verdade e reforça, “a tua Palavra é verdadeira”. A Bíblia diz que Deus não aceitará quando alguém usar de costume ou maneira gentílica de culto para tentar honrar a Cristo.
Novamente Jesus disse: “Mas em vão me adoraram, ensinado doutrinas que são preceitos de homem”. (Mateus 15:9). A OBSERVANCIA DO NATAL É PRECEITO DE HOMENS e isto foi proibido por Deus como já vimos.
Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidaste a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).
É precisamente isto o que, hoje, milhões de pessoas estão fazendo. IGNORAM O MANDAMENTO DE DEUS! Ele ordena com respeito ou uso de costumes pagãos para honrar ou adorar a Deus “Não farás assim com o Eterno teu Deus”. Mesmo assim a maioria não leva a sério este mandamento, antes o considera sem valor e seguem a tradição dos homens em observar o Natal.
Não se enganem! Deus não vai permitir que o desafiem e O desobedeçam.
Jesus é a palavra de Deus viva em pessoa, e a Bíblia é a Palavra de Deus em forma de Escrita.
E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.
A Palavra de Deus não pode ser desprezado ou ignorada. Estamos em Babilônia (confusão) e não sabemos, o Natal tornou-se uma festa comercial patrocinada e explorada pela mais forte campanha publicitária do ano. Em muitas lojas encontra-se alguém mascarado de “Papai Noel”. A propaganda nos mantém iludidos e enganados com a “beleza do espírito do Natal”.
Os jornais que publicam esses anúncios, também imprimem editoriais em linguagem colorida, exaltando e elogiando a época pagã e o seu “espírito”.
O público crédulo e simples já se encontra tão inoculado com as festividades, que muitos ficam ofendidos quando se lhe diz a verdade. Porém o “espírito do Natal” é revivido cada ano não para honrar a Cristo, mas para vender mercadorias! Igual a todos os enganos de satanás, o que aparece com um “anjo de luz” “E não é de admirar, porquanto o próprio satanás se disfarça em anjo de luz” (IICO 11:14). O Natal mostra-se sobre um falso aspecto de bondade. Milhões de Reais são gastos nesses desperdícios de mercadorias a cada ano, a causa de Cristo deve sofrer! Isto faz parte do sistema econômico da Babilônia! Nós alegamos que somos nações cristãs, porém sem saber, estamos na Babilônia, tal como predisse a profecia bíblica, Apocalipse 18 “Depois destas coisas vi descer do céu outro anjo que tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada com a sua glória”. E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu à grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, a guarida de toda ave imunda e detestável. Porque todas as nações têm bebido do vinho da ira da sua prostituição, os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com abundância de sua delicias. Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque os seus pecados se acumulam até o céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela. Tornai a dar-lhe como também ela vos tem dado, retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber dai-lhe a ele em dobro. Quanto ele se glorificou, e em delícias esteve, tanto lhe daí de tormento e de pranto; pois que ela diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e de modo algum verei o pranto. Por isso, num mesmo dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será consumida no fogo; porque forte é o Senhor Deus que a julga. E os reis da terra, e com ela se prostituíram e viveram em delicias, sobre ele chorarão e prantearão, quando vir à fumaça do seu incêndio; e, estando de longe por medo de tormento dela, dirão: Ai! Ai da grade cidade, Babilônia, a cidade forte! Pois uma só hora veio o teu julgamento. E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém compra mais as suas mercadorias: mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho fino, de púrpura, de seda e de escarlata; e todas as espécie de madeira odorífera, e de todo objeto de marfim, de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore; e canela, especiarias, Perfume, mirra e incenso; e vinho, azeite, flor de farinha de trigo; e gado, ovelhas, cavalos e carros; e escravos, e até almas de homens. Também os frutos que a tua alma cobiçava foram-se de ti; e todas as coisas delicadas e suntuosas se foram de ti, e nunca mais se acharão. Os mercadores destas coisas, que por ela enriqueceram, ficarão de longe por medo do tormento dela, chorando e lamentando, dizendo: Ai! Ai da grande cidade, da que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas! Porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas. E todo pito, e todo o que navegava para qualquer porto e todos os marinheiros, e todos os que trabalham no mar se puseram de longe; e, contemplando a fumaça do incêndio dela, reclamavam: Que cidade e semelhante a esta grande cidade? E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamavam, chorando e lamentando, dizendo: Ai! Ai da grande cidade, na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência! Porque numa só hora foi assolada. Exalta sobre ela, o céu, e vós, santos e apóstolos e profetas; porque Deus vindicou a vossa causa contra ela. Em forte anjo levantou uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será achada. E em ti não se ouvirá mais o som de harpistas, de músicos, de flautistas e de trombeteiros; e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e em ti mais se ouvirá ruído de mó; e luz de candeia não mais brilhará em ti; e voz de noivo e de noiva não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações enganadas pelas tuas feitiçarias. “E nela se laçou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.”.

Orientação:
Mesmo querendo fazer a vontade de Deus como fiel discípulos, somam surpreendidos por situações que ficamos chocados e atômicos, que nos trazem até embaraços para acertar nossas vidas erradas com a realidade divina. Contudo, nem tudo estava perdido. Temos um Deus que transforma maldição em benção. Agora não somos mais ignorantes quantos a festividade iniciada na Babilônia. Qual dever ser então nosso procedimento
Prático?
1 – Tirá-la totalmente de nosso coração. Lançar toda dependência sentimental da data do Sol Invictos (25 de dezembro)
2 – Instruímos nossos filhos de discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32.
3 – Nos livramos de todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos suas origens.
4 – Não ficamos sujeitos financeiramente às comidas importadas típicas. É um dia como qualquer outro.
5 – Resistirmos ao espírito satânicos de gastos no Natal, principalmente se houverem dívidas. Vigiar as “ofertas do Papai Noel”. Só devemos comprar o necessário. Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim do ano com casa nova, roupa nova etc. (“Ninguém pode servir aos dois senhores; porque o há de odiar a um e amor o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e as riquezas.” Mateus 6:24).
6 – Devemos aproveitar a data (“Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade.” Colossenses 4:5) para estar com parentes e amigos em suas casas falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o “aniversariante” quer receber. É um propicio momento evangélico, quando encontramos pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.
7 – Entender que a maioria dos crentes não visualiza a situação do Natal, preferindo viver segundo os seus sentimentos e tradições.
8 – Não confundir Passagem do Ano com Natal. Não é erra desejar feliz Ano Novo para ninguém, mas, sim, Feliz Natal. Podemos usar algumas expressões. Ex: - Que Jesus nasça no seu coração (ou na sua vida)!
“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimente qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2).
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